Especialistas em inovação e política industrial defendem que o Brasil aproveite sua aproximação com a China para acelerar investimentos em inteligência artificial, infraestrutura digital e processamento de dados.

O debate ocorre em um momento de intensa disputa tecnológica entre Estados Unidos e China pelo domínio das plataformas de IA e semicondutores.

O Brasil está entre os 29 países que assinaram o documento de criação da Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico), anunciada em julho deste ano, com sede em Xangai, na China.

O objetivo da iniciativa é desenvolver uma governança global de IA por meio de modelos com código aberto, que permitem a apropriação da tecnologia por qualquer empresa ou organização.

Segundo pesquisadores, o Brasil precisa reduzir sua dependência tecnológica externa para garantir competitividade econômica e soberania digital.

Espírito Santo acompanha transformação tecnológica

No Espírito Santo, o avanço da inteligência artificial já impacta setores como logística portuária, indústria, comércio exterior e agronegócio.

Empresas instaladas no Estado vêm ampliando investimentos em automação e análise de dados para aumentar produtividade e reduzir custos.

A avaliação é que uma estratégia nacional consistente poderá beneficiar estados exportadores como o Espírito Santo.

Fonte e foto: Agência Brasil

Edição: Tatiana Sobreira, da redação Jovem Pan News Vitória

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