O número de mortos após o desastre que atingiu a região do Himalaia, na fronteira entre Nepal e China, se aproxima de 800. O último balanço divulgado apontava 797 mortes e mais de 3 mil pessoas desaparecidas.
A tragédia começou na quarta-feira (26), quando o colapso de uma geleira provocou um enorme deslizamento de gelo, pedras e lama, atingindo vales, rios, vilarejos e projetos de energia hidrelétrica na região.
Buscas enfrentam dificuldades
No Nepal, 781 mortes haviam sido confirmadas e 2.502 pessoas continuavam desaparecidas. Do lado chinês, 16 mortes foram registradas e outras 546 pessoas estavam desaparecidas.
As operações de resgate são prejudicadas pelo mau tempo, pelo terreno montanhoso e pelo risco de novos deslizamentos e inundações. Equipes também trabalham para alcançar trabalhadores que podem estar presos em túneis de projetos hidrelétricos.
Mais de 90 mil pessoas foram afetadas pelo desastre, segundo estimativa da Cruz Vermelha. Entre os desaparecidos estão centenas de estrangeiros.
As autoridades também alertam para os impactos das mudanças climáticas e do aquecimento global sobre a estabilidade das geleiras da região.
Fonte e foto: Agência Brasil/Reuters.
Edição: Tatiana Sobreira | Jovem Pan News Vitória







