O Pico da Bandeira, um dos maiores símbolos naturais do Espírito Santo e do Brasil, poderá receber o título de Patrimônio Natural Capixaba. A proposta tramita na Assembleia Legislativa do Estado (Ales) e tem como objetivo reconhecer oficialmente a importância ambiental, histórica e turística da montanha localizada no Parque Nacional do Caparaó, na divisa com Minas Gerais.
Projeto de lei (PL 796/2025) do deputado Coronel Weliton (PRD) pretende reconhecer essa área de proteção como de relevante interesse patrimonial e natural no âmbito do Espírito Santo.
A iniciativa pretende valorizar o terceiro ponto mais alto do país, com cerca de 2.892 metros de altitude, além de ampliar a conscientização sobre a preservação da área e incentivar políticas voltadas ao turismo sustentável e à proteção dos recursos naturais. Segundo informações divulgadas pela Ales, o reconhecimento também busca fortalecer o sentimento de identidade e pertencimento da população em relação ao patrimônio ambiental do estado.
Importância ambiental e turística
O Pico da Bandeira é um dos destinos mais procurados por turistas, montanhistas e amantes do ecoturismo. A região abriga rica biodiversidade, nascentes de rios e ecossistemas de altitude, considerados sensíveis às mudanças climáticas e à pressão ambiental.
Além do valor ecológico, o local movimenta a economia de municípios da região do Caparaó, especialmente nas áreas de hospedagem, alimentação, guias turísticos e comércio local. O reconhecimento como Patrimônio Natural pode contribuir para ampliar investimentos em infraestrutura, conservação e promoção turística.
Símbolo da identidade capixaba
De acordo com a Assembleia Legislativa, a proposta reforça o papel do Pico da Bandeira como um dos principais cartões-postais do Espírito Santo, além de destacar sua relevância histórica e cultural para o estado. A medida também pode estimular ações educativas e projetos voltados à preservação ambiental.
Caso aprovado, o título passará a integrar as políticas de valorização do patrimônio natural capixaba, fortalecendo a proteção da área e incentivando o uso responsável do espaço.
Com informações da Assembleia Legislativa do Espírito Santo.
Por Tatiana Sobreira da Redação Jovem Pan News Vitória







