A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou os cinco acusados de participação em um estupro coletivo ocorrido no dia 31 de janeiro de 2026 no bairro de Copacabana, Zona Sul da capital. O caso envolveu uma adolescente de 17 anos que foi convidada por um colega da escola a ir até um apartamento, onde teria sido vítima de violência sexual por parte dos acusados.
De acordo com o inquérito da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), os suspeitos foram nomeados pela investigação com base em provas e depoimentos, e a Polícia Civil segue no trabalho para localizar os foragidos e responsabilizar todos os envolvidos.
Quem são os acusados
Segundo as informações oficiais, os cinco réus acusados no caso são:
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Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos;
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Bruno Felipe dos Santos Allegretti, 18 anos;
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Mattheus Veríssimo Zoel Martins, 19 anos;
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João Gabriel Xavier Bertho, 19 anos;
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Um adolescente de 17 anos, cuja identidade não foi divulgada por lei.
Do total, Mattheus Veríssimo e João Gabriel já se apresentaram à polícia e foram detidos. Eles permaneceram calados durante o depoimento e foram levados ao Presídio José Frederico Marques, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Os outros dois adultos: Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, seguem foragidos e são procurados pelas autoridades.
O adolescente de 17 anos também está sendo investigado, com representação por ato infracional análogo ao crime de estupro coletivo.
Contexto do crime e investigação
As investigações revelam que a vítima foi atraída ao apartamento por meio de uma mensagem de um colega da escola, sob o pretexto de um encontro social. Ao chegar ao local, ela foi deslocada para um quarto, onde os acusados, pressionando-a, teriam praticado atos sexuais contra sua vontade.
A vítima foi posteriormente encaminhada ao exame de corpo de delito e seu depoimento foi fundamental para identificar os suspeitos e orientar a expedição de mandados de prisão e busca e apreensão.
As penas previstas para crime de estupro coletivo no Brasil podem chegar a 18 anos de prisão, dependendo das circunstâncias e da qualificação do crime, incluindo coerção e violência física ou psicológica.
Autoridades também aguardam depoimentos adicionais e trabalham com hipóteses de que outras vítimas possam procurar a polícia, ampliando a abrangência das apurações.
Fonte: G1 Rio de Janeiro — reportagem sobre os réus identificados no caso de estupro coletivo em Copacabana, Rio de Janeiro.
Foto: internet
Tatiana Sobreira, da Redação da Jovem Pan News Vitória







