Moradores interditaram uma ponte de acesso ao município de Prado, no extremo sul da Bahia, durante o período de Carnaval, provocando transtornos no tráfego e dificuldades para a circulação de moradores, trabalhadores e turistas.

Segundo informações da imprensa local, o bloqueio foi realizado como forma de protesto por melhorias em infraestrutura e condições de mobilidade. A interdição foi total, gerando congestionamentos e longas filas de veículos justamente em um dos períodos de maior movimento do ano na região.

Prado está localizado no litoral do extremo sul baiano, próximo às divisas com o Espírito Santo e relativamente próximo ao leste de Minas Gerais. A cidade integra uma rota turística e rodoviária importante para visitantes que se deslocam entre o sul da Bahia, o norte capixaba e cidades do interior mineiro. Embora não seja a principal rodovia interestadual, o acesso funciona como via estratégica de ligação regional, especialmente para o fluxo turístico durante feriados prolongados.

Com o bloqueio, o impacto atingiu não apenas a mobilidade local, mas também o deslocamento de visitantes de estados vizinhos, afetando o acesso a praias e destinos turísticos da região. Comerciantes e empresários do setor de turismo demonstraram preocupação com possíveis prejuízos em plena alta temporada.

Reivindicações e impacto local

Os manifestantes afirmam que o protesto busca chamar a atenção do poder público para problemas estruturais que, segundo a comunidade, vêm sendo relatados há algum tempo sem solução. A interdição também afetou o transporte de mercadorias e o deslocamento de serviços essenciais.

Até o momento, não há registro de confrontos ou ocorrências graves relacionadas à manifestação.

Ausência de posicionamento oficial

Até o fechamento desta matéria, não havia nota oficial da Prefeitura de Prado nem do Governo da Bahia sobre as reivindicações ou sobre medidas para resolver a situação.

O protesto ocorre durante o período de Carnaval, quando órgãos públicos estaduais e municipais operam em regime de feriado e ponto facultativo, o que pode impactar o funcionamento administrativo e a divulgação de posicionamentos formais. Ainda assim, não foi informado se há previsão de negociação com representantes da comunidade.

A liberação total do acesso depende de eventual acordo entre os manifestantes e as autoridades responsáveis.

Fonte: Tribuna Norte Leste*

Por Tatiana Sobreira – Redação Jovem Pan News Vitória

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