Um eclipse solar anular é um fenômeno astronômico que acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas não consegue cobrir totalmente o disco solar. Nesse alinhamento, o satélite natural aparece menor do que o Sol, deixando visível um anel luminoso ao redor, efeito popularmente conhecido como “anel de fogo”.
A diferença em relação ao eclipse solar total ocorre por causa da órbita elíptica da Lua. Em determinados momentos, ela está mais distante da Terra, o que faz com que seu tamanho aparente no céu seja menor. Assim, mesmo no ponto máximo do eclipse, uma borda do Sol permanece visível.
Durante o eclipse anular, a luminosidade do ambiente diminui, mas não chega a escurecer completamente como em um eclipse total. Por isso, não é seguro olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada. Especialistas recomendam o uso de filtros solares próprios para observação astronômica ou óculos certificados, já que a exposição direta pode causar danos permanentes à visão.
O fenômeno só pode ser observado em sua forma completa dentro de uma faixa específica da superfície terrestre, chamada de caminho da anularidade. Fora dessa região, o eclipse aparece como parcial, com apenas uma parte do Sol encoberta pela Lua.
Eclipses solares totais, parciais ou anulares e que acontecem algumas vezes por ano em diferentes partes do mundo, depende do alinhamento entre os três corpos celestes.
Fonte: Superinteressante (Abril)
Por: Tatiana Sobreira – Jovem Pan News Vitória







